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Kit Xenon
Sep 9th
O Kit Xenon proporciona uma conversão perfeita para a tecnologia HID (hight intense discharge) que trás intensa luminosidade durante a direção noturna.
kit xenon
Principais Vantagens:
• Maior luminosidade e alcance da luz gerada pelo farol;
• 3X a mais de alcance e eficiência em relação as lâmpadas normais;
• Devido ao longo alcance, proporciona grande visualização nas placas de sinalização;
• Economia direta na bateria – Lâmpadas normais trabalham com 55w e as de xenon 35w;
• A luz do farol de xenon é disparada por uma descarga gasosa (gás xenônio) ao invés do filamento da lâmpada convencional
• Efeito visual incomparável, diminuindo o cansaço visual;
• Vida útil 03 vezes maior que as lâmpadas convencionais;
Mais de 60% dos acidentes de trânsito são em virtude das más condições de iluminação. Uma boa iluminação contribui para a segurança e conforto durante a condução do veículo.
O sistema de última geração é infinitamente superior as atuais tecnologias de faróis halóge nos, proporcionando ao motorista 70% a + de conforto no globo ocular, além de permitir maior segurança devido a ótima visibilidade semelhante à luz do dia.
O kit xenon oferece a você mais de 2.000 horas de iluminação, segurança e com seu sistema de chicote padrão universal de instalação, a comodidade para poder desinstalar de seu carro e reinstalá-lo ao vender o veículo, sem modificar nada na fiação original tanto no veículo antigo quanto do novo.
“A Lâmpada Xenon H.I.D é constituida por uma mistura de Gases Nobres, incluindo o xenon, sendo essa mistura acondicionada no Bulbo. O Bulbo não tem filamento como a lâmpada halógena comum (original de fábrica), o arco da luz é criado através da descarga do gás xenon entre dois eletrodos.”
PRINCIPAIS VANTAGENS DO KIT XENON:
Maior luminosidade e alcance da luz gerada pelo farol;
3x a mais de alcance e eficiência em relação as lâmpadas normais;
Devido ao longo alcance, proporciona grande visualização das placas de sinalização;
Economia direta na bateria.
Lâmpadas normais trabalham com 55w e as de xenon 35w;
A luz do farol de xenon é disparada por uma descarga gasosa (gás xenônio) ao invés do filamento da lãmpada convencional;
Efeito visual incomparável, diminuindo o cansaço visual;
Vida útil 03 vezes maior que as lâmpadas convencionais.
KIT XENON X LEI
É preciso, no entanto ficar alerta, pois nem sempre essas aplicações são adequadas para qualquer tipo de veículo e podem até ser ilegais. Lâmpadas e faróis que emitem fachos de cor azul, protetores de lentes (películas) encobrindo a lanterna e lâmpadas com potência maior do que especificada pela montadora são proibidos pelo Código Brasileiro de Trânsito.
Segundo a fabricante Arteb, faróis e lâmpadas de Xenon devem se ajustar às normas européias de iluminação ECE-R37 e na resolução do Cotran692/88, no Brasil.
Saveiro Rebaixada
Sep 9th
Saveiro Rebaixada
Veja aqui fotos de Saveiro Rebaixada
Saveiro rebaixada
Saveiro rebaixada
Saveiro rebaixada
Opala SS
Sep 9th
Opala SS
Ficha Técnica
Motor: dianteiro, longitudinal, 6 cilindros em linha, 4093 cm3, comando de válvulas no bloco, válvulas no cabeçote (duas por cilindro), carburador de corpo simples, refrigerado a água, a gasolina
Diâmetro x curso: 98,4 x 89,8 mm
Taxa de compressão: 7:1
Potência: 140 cv brutos a 4000 rpm
Torque máximo: 36 mkgf brutos (29 líquidos) a 2400 rpm
Câmbio: manual de 4 marchas, tração traseira
Carroceria: sedã de 4 portas, 5 lugares
Dimensões: comprimento, 457 cm; largura, 176 cm; altura, 138 cm; entreeixos, 267 cm
Peso: 1172 kg
Suspensão: dianteira: independente, braços triangulares duplose molas helicoidais; traseira: eixo rígido com tensores duplos longitudinais, barra Panhard e molas helicoidais
Freios: disco sólido na dianteira e tambor na traseira
Direção: setor e rosca sem-fim
Rodas e pneus: aço estampado, aro 14, tala de 5 polegadas; 7.35 S 14
Estreando já como modelo 1971, o Opala SS, ao lado do Gran Luxo, vinha completar a linha já composta pelas versões Especial e De Luxo. Aos novatos cabia inaugurar o motor 4100 de seis cilindros, com potência bruta de 140 cavalos. O ganho de 23 cavalos em relação ao 3800 já existente proporcionava uma velocidade máxima de 169,49 km/h, valor muito bom para a época.
Para não dizer que a esportividade do Opala SS se resumia à aparência, vale dizer que ele trouxe para a família câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho. Também eram novidade os bancos dianteiros individuais.
As faixas pretas no capô e nas laterais e as rodas de aço com desenho de estrela e 5 polegadas de largura, meia a mais que nas outras versões, eram os sinais externos do espírito do carro. No interior, alguns toques de requinte, como manopla de câmbio e aro de volante de madeira, mais um relógio analógico no console à frente da alavanca de marchas. No painel de instrumentos, um tímido conta-giros entre os dois mostradores maiores.
O modelo 1972 estreava a carroceria cupê, cujos destaques eram ausência de coluna central, janelas sem molduras e caída fluida da traseira. O novo formato parecia ter sido feito para o SS e se tornaria o padrão da versão até o fim da vida dela, em 1980. Os primeiros sedãs passariam para a história como figurinhas difíceis para o “álbum” de colecionadores.
Na estréia do modelo, já se apontava que o motor estava por demais “estrangulado”, uma vez que tinha o mesmo carburador de corpo simples do 3800. O fôlego que faltava veio em 1976, com o lançamento do motor 250-S. Com carburador de corpo duplo, tuchos de válvula mecânicos e comando mais “bravo”, o 250-S chegava aos 171 cavalos brutos.
Em comparativo realizado em março daquele ano contra os eternos rivais Dodge Charger R/T e Ford Maverick GT, o Chevrolet atingiu a máxima de 189,48 km/h e ficou com o título de o mais veloz do trio. Porém ficou atrás no 0 a 100 quando comparado ao rival da Ford: 11,67 segundos contra 10,85, ainda que superando o Charger, que cravava 12 segundos. Somente no SS o 250-S era de série, sendo oferecido como opcional nos Opala SS que não eram “de briga”.
O teste constatava que a suspensão continuava macia para um esportivo, afundando demais a frente em frenagens e aumentando o espaço de parada. Com discos sólidos à frente, ainda não havia um bom resfriamento do sistema, causando fadiga. “O Opala SS é mais fácil de ser dominado devido a seu menor peso. Mas se ressente de uma suspensão mais rígida para evitar o excessivo balanço em curvas, o que obriga o motorista a rápidas correções para não sair da trajetória original”, dizia o repórter Emílio Camanzi.
Como as alterações do Opala SS eram basicamente estéticas, sua marca foi a variedade de formas das faixas externas, que mudavam conforme o ano e o modelo. Acompanhando a família, sofreu reestilização leve em 1973, com as setas passando às laterais dianteiras dos pára-lamas. Mudanças maiores de estilo ocorreriam a partir da linha 1975, que ganhava novo capô, luzes de seta inspiradas no Chevelle 1971 e os dois pares de lanternas redondas que davam um toque de Impala ou Camaro à traseira.
O acabamento SS seria estendido à Caravan na linha 1978, apresentada com o slogan “leve tudo na esportiva”. Na linha 1979, os retrovisores externos carenados pintados da cor da carroceria conferiam ares exclusivos à versão. Porém, seriam suspiros finais daquele que se despediria na linha 1980, ainda a tempo de ganhar os faróis e as lanternas quadradas que caracterizariam os Opala da primeira metade daquela década.
fonte: Revista Quatro Rodas
