estórias infantis
Estórias de Timão e Pumba Fogo na Floresta
Aug 20th
Timão e Pumba estavam deitados no chão observando as estrelas depois de uma farta refeição de lesmas suculentas, quando de repente viram no céu uma bola de fogo rasgando a escuridão. Era um meteorito, uma pequena pedra que entrou na atmosfera da terra vinda do espaço. Muitas dessas não chegam a cair no chão, mas essa parecia ser grande o suficiente para cair. - Olhe Timão, uma estrela cadente! Disse Pumba. - Não Pumba, não é uma estrela, é um meteorito e parece que vai cair aqui perto, vamos nos proteger! Disse Timão assustado. Os dois levantaram e entraram na caverna do Simba onde puderam observar o meteorito caindo na floresta. Não demorou muito e começou a pegar fogo na mata próxima do lugar onde o meteorito caiu. Timão e Pumba viram o fogo começando. - Vamos Pumba, rápido! Vamos apagar esse fogo. Disse Timão. - Temos que levar água Timão mas não temos balde. Disse Pumba. - Não faz mal, enche sua bocona de água e cospe no fogo que ele apaga. Eu vi isso num filme. Disse Timão. - Está bem, vamos lá. Disse Pumba. E os dois correram para a lagoa para encher a boca de água e tentar apagar o fogo. Afinal, se a floresta toda queimasse, todas os insetos, larvas e pequenos animais iam morrer e Timão e Pumba podiam até morrer de fome. Mas o fogo estava ficando cada vez mais forte e eles não estavam conseguindo apagar, pois conseguiam levar pouca água na boca. Mesmo Pumba que era grande e tinha uma bocona não conseguia apagar o fogo. Então Timão teve outra idéia. - Já sei! Vamos chamar os Elefantes Pumba, eles vão conseguir levar muito mais água e suas trombas vão funcionar como mangueiras de bombeiro. - Boa idéia Timão, vamos lá acordar eles. Então os dois acordaram 20 elefantes e pediram a ajuda deles. Eles concordaram e logo começaram a buscar água e esguichar contra o fogo. Depois de algumas idas e vindas da lagoa eles conseguiram apagar o fogo e fizeram uma grande festa. Graças a Timão, Pumba e aos Elefantes somente uma pequena parte da floresta queimou e eles salvaram muitos animais. Então o rei Simba deu uma medalha de bravura para Timão e Pumba pela coragem e disposição para proteger a floresta.
Estórias de Timão e Pumba: Perdidos na Floresta
Aug 17th
Timão e Pumba passeavam pela floresta, próximo a pedra do Rei, quando avistaram um grilo, pulando como pipoca no meio dos arbustos.
- Lanchinho da tarde! Gritou Timão.
- Deve ser crocante! Falou Pumba
E os dois saíram correndo para pegar o grilo. Mas a tarefa não era fácil. O grilo era muito esperto e rápido e começou a pular mais alto e mais rápido quando viu Timão e Pumba se aproximando. Os dois estavam com a boca cheia de água. O grilo pulou tanto e foi tão longe que Timão e Pumba cansaram de correr atrás do grilo e desistiram de pegá-lo.
- Deixa pra lá. Disse Pumba. – Ele era tão magrinho que nem daria para matar a sua fome Timão.
- É verdade Pumba, vamos voltar para a pedra do Rei, quem sabe no caminho de volta a gente não acha umas larvas suculentas. Falou Timão.
Mas ai eles perceberam que tinham ido longe demais atrás do grilo e não sabiam mais como voltar para a pedra do Rei.
- Que caminho a gente faz para voltar Pumba? Disse Timão.
- Não sei não Timão, acho que estamos perdidos e já está anoitecendo. Ahhh vamos virar comida de hienas! Gritou Pumba apavorado.
- Calma Pumba, vou subir em uma árvore bem alta para ver onde estamos.
Mas já estava bem escuro e Timão não conseguiu ver nada.
- Acho que vamos ter que procurar um local seguro para dormir Pumba, vamos logo.
Mas ai eles encontraram um filhote de hiena.
- Oi, o que vocês fazem aqui? Aqui é o território das Hienas. Disse o filhotinho.
- É mesmo? Disse Timão. – Estamos procurando o caminho para a pedra do Rei, você sabe onde fica?
- Não, mas meus pais sabem. Disse o filhotinho de Hiena. – Espera aqui que eu vou perguntar para eles.
- Nãoooo disse Pumba, seus pais e as outras hienas vão comer a gente.
- Calma. Disse o filhotinho. Não vou contar que vocês estão aqui. E saiu correndo a procura dos pais.
- Vamos embora. Disse Pumba desconfiado. – Ele vai contar que estamos aqui e vamos virar comida de hienas.
- Calma Pumba, essa é nossa única chance, temos que confiar no filhotinho de Hiena, ele parecia um bom animal.
Timão e Pumba confiaram no filhotinho e esperaram ele voltar. Quando ele chegou ele explicou direitinho o caminho para a pedra do Rei e Timão e Pumba chegaram em segurança mas assustados com a escuridão e barulho dos bichos noturnos da floresta. No caminho eles até encontraram duas lesmas apetitosas e encheram a pança, foi o jantar deles.
- Não disse Pumba, as Hienas podem ser boazinhas também. Disse Timão com a boca cheia.
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Estórias de Timão e Pumba (O Rei Leão) em: Inseto amargo
Aug 17th
Timão e Pumba acordaram bem cedo, antes do sol nascer e começaram a conversar sobre insetos quando escutaram um barulho que parecia um rosnado de leão.
- Que barulho foi esse? Perguntou Timão. – O Simba não acordou ainda…
- Acho que foi meu estomago roncando de fome. Disse Pumba, meio sem graça. Está na hora de procurar nosso café da manhã, sugeriu Pumba.
- Vamos nessa! Disse Timão concordando com Pumba. E os dois sairam a procura de insetos apetitosos.
- Quero achar uma centopéia gigante! Disse Pumba – Só uma dessas irá matar minha fome hoje.
- Ah, eu quero formigas vermelhas com o bumbum grande, essas são saborosas. Disse Timão lambendo os beiços.
Eles começaram a levantar cascas de árvores caídas no chão e galhos podres mas não encontravam nada. Procuraram por insetos por mais de uma hora e nada. A fome deles estava cada vez maior. Foi então que se depararam com um inseto estranho. Era uma larva cabeluda. Com pelos enormes brancos e azuis, era uma taturana, mas eles nunca tinham visto uma.
- Eu vi primeiro, ela é minha. Pumba foi logo falando.
- Não, fui eu que vi, ela vai ser meu lanchinho hoje. Disse Timão.
E os dois começaram a discutir para ver quem iria saborear aquela criatura.
Timão sugeriu decidir no par ou impar, mas Pumba tinha só dois dedos no casco e isso não era justo. Foi então que Pumba gritou:
- Quem chegar primeiro naquela arvore leva a larva peluda e saíram correndo. Timão ficou pra trás e Pumba venceu.
Então Pumba abriu sua enorme boca e deu uma dentada naquela taturana esmagando toda ela entre seus dentes. Mas os pelos venenosos da taturana deixaram um gosto amargo e quente na sua boca. Parecia que ele tinha comido um pote de pimenta, era o veneno dos pelos da taturana fazendo efeito.
- Minha boca está queimando, água, água, água!! Disse Pumba que saiu correndo em direção a lagoa mais próxima. Chegando lá Pumba bebeu quase toda a água da lagoa e inclusive alguns peixes o que acabou matando sua fome.
Timão não parava de rir.
- Ainda bem que perdi essa disputa seu gulosão, da próxima vez já sei que não se deve comer larvas peludas, hahahaha
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